FRAGILIDADE Este verso, apenas um arabesco em torno do elemento essencial - inatingível. Fogem nuvens de verão, passam aves, navios, ondas, e teu rosto é quase um espelho onde brinca o incerto movimento, ai! já…
PEDRO E FLORA: UMA HISTÓRIA DE AMOR? –…
PEDRO E FLORA: UMA HISTÓRIA DE AMOR? Capítulo 21: AGOSTO Enquanto a moto de Bola tentava quebrar o recorde mundial do percurso Itaipa-Petrópolis, Pedro era atravessado por dois pensamentos opostos. Para rever Flora só havia…
O DRUMMOND NOSSO DE CADA DIA – ONTEM
ONTEM Até hoje perplexo ante o que murchou e não eram pétalas. De como este banco não reteve forma, cor ou lembrança. Nem esta árvore balança o galho que balançava. Tudo foi…
OS PRIMEIROS 20 capítulos de PEDRO E FLORA:…
PEDRO E FLORA: UMA HISTÓRIA DE AMOR? Capítulo 1: O BILHETE Havia apenas um bilhete. Estranho, nunca a vira com uma caneta, o celular era uma extensão de seus dedos. Lá estava o papel em…
PEDRO E FLORA: UMA HISTÓRIA DE AMOR? –…
PEDRO E FLORA: UMA HISTÓRIA DE AMOR? Capítulo 20: DOUTOR CARDOSO Todas as noites, à hora de dormir, depois de passar o dia se esforçando para alcançar o mais elevado grau de esgotamento, Pedro deitava-se…
O DRUMMOND NOSSO DE CADA DIA – ÁPORO
ÁPORO Um inseto cava cava sem alarme perfurando a terra sem achar escape. Que fazer, exausto em país bloqueado, enlace de noite raiz e minério? Eis que o labirinto (oh razão, mistério) presto…
PEDRO E FLORA: UMA HISTÓRIA DE AMOR? Capítulo…
PEDRO E FLORA: UMA HISTÓRIA DE AMOR? Capítulo 19: ITAIPAVA Antes de subirem na Harley, Bola pediu que recapitulassem o que sabiam. Flora desaparecera do dia para a noite, mas tinha planejado aquilo com meses…
O DRUMMOND NOSSO DE CADA DIA – ROLA…
ROLA MUNDO Vi moças gritando numa tempestade. O que elas diziam o vento largava, logo devolvia. Pávido escutava, não compreendia. Talvez avisassem: mocidade é morta. Mas a chuva, mas o choro, mas a cascata caindo,…
PEDRO E FLORA: UMA HISTÓRIA DE AMOR? –…
PEDRO E FLORA: UMA HISTÓRIA DE AMOR? Capítulo 18: DOIS ROMANCES Pedro animou-se com o projeto do romance. Em um caderninho azul, anotou ideias. Tinha que escolher entre duas histórias. A primeira chamava-se Revertério 86…
O DRUMMOND NOSSO DE CADA DIA – NOS…
NOS ÁUREOS TEMPOS Nos áureos tempos a rua era tanta. O lado direito retinha os jardins. Neles penetrávamos indo aparecer já no esquerdo lado que em ferros jazia. Nisto se passava um tempo dez mil.…
PEDRO E FLORA: UMA HISTÓRIA DE AMOR? –…
PEDRO E FLORA: UMA HISTÓRIA DE AMOR? Capítulo 17: LIBERDADE Antes era o melhor da semana. Quinta-feira era o único dia em que não dava aula. Às vezes Flora conseguia sair mais cedo do trabalho…
PEDRO E FLORA: UMA HISTÓRIA DE AMOR? –…
PEDRO E FLORA: UMA HISTÓRIA DE AMOR? Capítulo 16: MARCAS INVISÍVEIS Mauricio e Pedro só poderiam viajar para Itaipava em busca do doutor Cardoso na tarde de sexta. Bola iria trabalhar no escritório montando o…
O DRUMMOND NOSSO DE CADA DIA – UMA…
UMA HORA E MAIS OUTRA Há uma hora triste que tu não conheces. Não é a da tarde quando se diria baixar meio grama na dura balança; não é a da noite em que já…
O DRUMMOND NOSSO DE CADA DIA – PASSAGEM…
PASSAGEM DA NOITE É noite. Sinto que é noite não porque a sombra descesse (bem me importa a face negra) mas porque dentro de mim, no fundo de mim, o grito se calou, fez-se desânimo.…
PEDRO E FLORA: UMA HISTÓRIA DE AMOR –…
PEDRO E FLORA: UMA HISTÓRIA DE AMOR? Capítulo 15: DIA ONZE Pedro tinha aprontado no último dia onze antes do desaparecimento de Flora. Adorava surpreendê-la. Mas naquela sexta-feira se superou. Pegou emprestado o Ford Ka…
O DRUMMOND NOSSO DE CADA DIA – PASSAGEM…
PASSAGEM DO ANO O último dia do ano não é o último dia do tempo. Outros dias virão e novas coxas e ventres te comunicarão o calor da vida. Beijarás bocas, rasgarás papéis, farás viagens…
O DRUMMOND NOSSO DE CADA DIA – NOSSO…
NOSSO TEMPO A Oswaldo Alves I Este é tempo de partido, tempo de homens partidos Em vão percorremos volumes, viajamos e nos colorimos. A hora pressentida esmigalha-se em pó na rua. Os homens…
PEDRO E FLORA: UMA HISTÓRIA DE AMOR? –…
PEDRO E FLORA: UMA HISTÓRIA DE AMOR Capítulo 14: TEMPLO Depois da ida a Teresópolis, Mauricio e Pedro ficaram um tempo sem se verem. Bola precisou passar uns dias em Cachoeiras de Macacu. Estava elaborando…
O ‘ARRASTÃO’ DE 1992 SEGUNDO UM JOVEM DE…
O ‘Arrastão’ de 1992 segundo um jovem de Vigário Geral Natureza e data do texto: Passagem do artigo “Bonde do mal” de Olívia Maria Gomes da Cunha, publicado em MAGGIE,Y. e REZENDE,C.B. Raça como retórica…
PIXINGUINHA E O “LUGAR DO NEGRO”
Pixinguinha e o "lugar do negro" Natureza e data do texto: Passagem de uma entrevista de Pixinguinha (1897-1973) ao antropólogo João Baptista Borges Pereira, citada por LOPES,Gustavo, Samba e Mercado de Bens Culturais (Rio de…
DEFINIÇÕES DE RAÇA E DE RACISMO
Definições de RAÇA: “Raça é um conceito biológico mas é uma realidade social... Raça é uma das maneiras de coletivizar as pessoas nas nossas mentes.” (Thomas Sowell, Race and Culture, 1994) Fonte: SCHWARCZ, Lilia &…
PEDRO E FLORA: UMA HISTÓRIA DE AMOR –…
PEDRO E FLORA: UMA HISTÓRIA DE AMOR? Capítulo 13: BURACO NEGRO Depois… disse Manuela com voz de carro derrapando, depois Flora demorou seis meses para reaparecer. — Onde ela estava? perguntou Pedro, curiosidade misturada com…
Carolina Maria de Jesus e a nova escravatura
O maior sucesso editorial do Brasil de 1960, que esgotou edições sucessivas e gerou matérias jornalísticas e artigos em revistas importantes foi escrito por uma mulher negra. Ela estudara até a segunda série e morava…
PEDRO E FLORA: UMA HISTÓRIA DE AMOR –…
PEDRO E FLORA: UMA HISTÓRIA DE AMOR? Capítulo 12: PONTO CEGO — Segundo o pai de Flora, ela desmontou do cavalo vinda de outro planeta. Não falava. Em passos pesados, caminhou até a casa, entrou…
PEDRO E FLORA: UMA HISTÓRIA DE AMOR ?…
PEDRO E FLORA: UMA HISTÓRIA DE AMOR? Capítulo 11: FEITIÇO A voz de Manuela era cautelosa, exploradora desbravando terra nova, de olhos e ouvidos bem abertos. Se preocupava com os efeitos de suas palavras sobre…
PEDRO E FLORA: UMA HISTÓRIA DE AMOR –…
PEDRO E FLORA: UMA HISTÓRIA DE AMOR? Capítulo 10: A PEDRA Ela demorou dois dias para responder. Deu apenas o endereço. Era um sítio na paradisíaca estrada Friburgo-Teresópolis, em cada curva uma beleza. A paisagem…
A noite do abajur lilás
Uma revolta. Um motim. Uma sublevação em peso. Minha turma do Grupo de leitura de Grande sertão: veredas decidiu que não iria à aula. Iríamos e fomos assistir à leitura da peça Abajur Lilás, de…



















