'Ah, a vida vera é outra, do cidadão do sertão. Política! Tudo política, e potentes chefias. A pena, que aqui já é terra avinda concorde, roncice de paz, e sou homem particular. Mas, adiante, por…
ESTUDOS PROUSTIANOS – A análise proustiana do esnobismo…
“A análise proustiana do esnobismo, muito mais importante que sua apoteose da arte, é o ponto alto da sua crítica social. Pois a atitude do esnobe não é outra coisa que a contemplação da vida,…
PARA LER PROUST 6 – Marcel Proust explica…
PARA LER PROUST 6 – Marcel Proust explica Em busca do tempo perdido * Entrevista concedida por Marcel Proust ao jornal Le Temps no dia 14 de novembro de 1913, antevéspera da publicação de No…
PARA LER PROUST 5 – PERÍODOS DA HISTÓRIA…
PARA LER PROUST 5 - PERÍODOS DA HISTÓRIA FRANCESA mencionados na obra Períodos: Merovíngio (481-751): Após a queda do Império Romano, um processo lento e tumultuado ocorrido no século IV, a Gália é invadida por…
PARA LER PROUST – PARTE 4 – CRONOLOGIA…
PARA LER PROUST 4 - CRONOLOGIA das personagens e acontecimentos de Em busca do tempo perdido 1879-1881: Período que corresponde a Um amor de Swann. Odette é então casada com o conde de Crécy. 1880:…
Para ler Proust – Parte 3 – O…
PARA LER PROUST 3 - O MUNDO EM QUE PROUST VIVEU Proust nasceu em 1871, exatamente no início do período chamado Belle Époque, grosso modo os trinta anos que anteceram a eclosão da Grande Guerra…
HISTÓRIAS DO ALVITO – Opium
Era um rapaz de vinte anos. Para o amor, um menino. Tímido, desajeitado, sem confiança. Cabelos compridos e coragem diminuta. Reincidia em paixões platônicas, desfrutando da segurança proporcionada pelos amores impossíveis. Em festas, tinha que…
Para ler Proust – Parte 2 – Cronologia…
CRONOLOGIA – Marcel PROUST – GL Em busca do tempo perdido – Prof. M. Alvito 1871 Marcel Proust nasce em Auteil (rico subúrbio parisiense) em 10 de julho. Filho de Jeanne Proust (nascida Weil -…
Um resumo dos sete volumes de Em busca…
Uma das características mais marcantes de Em busca do tempo perdido é a sua circularidade: o romance, ao final, volta ao seu ponto de partida, aos temas e questões que estavam presentes desde o início.…
Para ler Grande sertão: veredas – Parte 4…
Breve observação sobre a linguagem do livro: 1. É muito comum se repetir a bobagem de que Rosa inventou uma língua própria em GSV. O próprio autor o desmentiu, afirmando que somente procurou utilizar todas…
Para ler Grande sertão: veredas – Parte 3…
Por que Grande sertão: veredas se chama assim? A primeira pista está nos dois pontos. Deve ser lido de forma pausada, feito samba, com breque. "Grande sertão" ……………. "veredas". Como o próprio Riobaldo explica: "Eu…
Para ler Grande sertão: veredas – Parte 2…
7 DICAS PARA LER Grande sertão: veredas 1. Basta querer ler. Pode ler sem medo, é um livro delicioso, prazeroso feito café no fogão a lenha. Não é difícil e sim rico e complexo, o…
Para ler Grande sertão: veredas – Parte 1…
Algumas observações gerais sobre Grande sertão: veredas A primeira coisa que se deve ter em mente é que GSV não é um romance realista, nem tampouco regionalista. Em outras palavras, Rosa não está querendo descrever…
HISTÓRIAS DO ALVITO – O padeiro implacável
Moro em Santa Teresa, em uma rua que pode mudar da calma de uma cidade do interior para um caos de carros, motocicletas e ônibus. Para apreciar o carnaval, basta ficar à janela vendo passar…
ADELINA (ROMANCE) CAPÍTULO 13
ADELINA Marcos Alvito Para os Alvitos e os Oliveiras e para Eduardo Ferreira, meu primo d’além-mar Capítulo 13– 1822– Adelina Rosa não era mais Rosa. Levei os meninos quando saiu da prisão. Agora não tão…
ESTUDOS PROUSTIANOS – O elemento detetivesco na curiosidade…
“Havia um elemento detetivesco na curiosidade de Proust. As dez mil pessoas da classe alta eram para ele um clã de criminosos, uma quadrilha de conspiradores, com a qual nenhuma outra pode comparar-se: a camorra…
ESTUDOS PROUSTIANOS – A lisonja de Proust podia…
“É sobretudo quando o espetáculo se apresenta nos mais baixos escalões da sociedade que ela [sic] desperta o interesse desse conhecedor de cerimônias. Quem poderá dizer quanta curiosidade servil havia na lisonja de Proust, quanta…
ESTUDOS PROUSTIANOS – Proust e seu interesse pelo…
“Numa passagem instrutiva do seu livro, diz a princesa de Clermont-Tonerre: ‘Finalmente, é preciso dizer que Proust estudava com paixão o mundo dos empregados domésticos. Seria porque um elemento que ele não encontrava em outros…
ESTUDOS PROUSTIANOS – O verdadeiro leitor de Proust…
“O verdadeiro leitor de Proust é constantemente sacudido por pequenos sobressaltos. Nessas metáforas, ele encontra a manifestação do mesmo mimetismo que o havia impressionado antes, como forma de luta pela existência, travada pelo autor nas…
ESTUDOS PROUSTIANOS – Proust e o mimetismo da…
“O artifício genial que permitiu a composição dessa série, e constitui um momento fundamental de sua obra como um todo, é o mimetismo da curiosidade, no qual a paixão pela vida vegetativa desempenha um papel…
ESTUDOS PROUSTIANOS – Nos últimos anos da sua…
“Nos últimos anos de sua vida de salão, não desenvolveu apenas o vício da lisonja, em grau eminente e quase diríamos teológico, mas também o da curiosidade. Nos seus lábios havia um reflexo do sorriso…
ESTUDOS PROUSTIANOS – A quintessência da experiência é…
“A quintessência da experiência não é aprender a ouvir explicações prolixas que à primeira vista poderiam ser resumidas em poucas palavras, e sim aprender que essas palavras fazem parte de um jargão regulamentado por critérios…
ESTUDOS PROUSTIANOS – Proust era incansável no adestramento…
“Proust era incansável no adestramento necessário para circular nos círculos feudais. Constantemente, e sem grande esforço, ele modelava a sua natureza para que ela se tornasse tão impenetrável e engenhosa, tão devota e tão difícil…
ESTUDOS PROUSTIANOS – Mais do que com humor,…
“O lado subversivo da obra de Proust aparece aqui com toda a evidência. Mas não é tanto o humor, quanto a comédia, o verdadeiro centro da sua força; pelo riso, ele não suprime o mundo,…
ESTUDOUS PROUSTIANOS – Proust é um subversivo que…
“É evidente que os problemas dos indivíduos que serviram de modelo a Proust provêm de uma sociedade saturada, mas não são os problemas do autor. Estes são subversivos. Se fosse possível resumi-los numa fórmula, poderíamos…
ESTUDOS PROUSTIANOS – Proust ouviu do século XIX…
“Não somente as pessoas, mas também as épocas, têm essa maneira inocente, ou antes, astuciosa e frívola, de comunicar seu segredo mais íntimo ao primeiro desconhecido.No que diz respeito ao século XIX, não foram Zola…
ESTUDOS PROUSTIANOS – A relação entre nostalgia e…
" Proust ficava no leito, acabrunhado pela nostalgia, nostalgia de um mundo deformado pela semelhança, no qual irrompe à luz do dia o verdadeiro rosto da existência, o surrealista. Pertence a esse mundo tudo o…






