A semana começa com o curso Lendo o Brasil, 2a. feira, das 19-21h, no Flamengo: Eis mais um capítulo de Raízes do Brasil: AULA 08 - LENDO A HISTÓRIA DO BRASIL – Prof.…
O Alienista – Parte 3 (final) – Aula…
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O Alienista – Parte 2 – Aula no…
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O Alienista – Parte 1 – Aula no…
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Materiais da aula sobre “O Alienista”, de Machado…
No dia 4 de setembro de 2018 tive a honra de dar uma aula para a turma do Pré-vestibular da ONG Redes da Maré, no Rio de Janeiro. O material de aula constou de recortes…
Histórias do Alvito – POR ONDE COMEÇAR
POR ONDE COMEÇAR Dizem quem não há o que fazer. Que tudo acabou. Que não resta esperança. Mas bastaria olhar nos olhos dos rapazes e moças do Pré-Vestibular da Redes da Maré para perceber que…
Histórias do Alvito – É MELHOR QUEIMAR TUDO
É MELHOR QUEIMAR TUDO Há mais de vinte anos eu peguei um táxi em Salvador e escutei, bestificado, o motorista a dizer que deveriam destruir todo o Pelourinho e substituir por prédios modernos. Para ele…
RESUMO do Capítulo 3 de Raízes do Brasil
AULA 07 - LENDO A HISTÓRIA DO BRASIL – Prof. Marcos Alvito – 13/08/18 Raízes do Brasil (1936), de Sérgio Buarque de Hollanda - trechos importantes Capítulo III: Herança rural (coloquei alguns conceitos em negrito;…
PEQUENO SER
Vejo um pequeno ser na padaria. Alheio a bolos, pães, sonhos, doces variados e até a chocolate, só tinha olhos para um pedaço de metal com luzes brilhantes. Ele era aquilo que antigamente se chamava…
Amores impossíveis são eternos
http://republicapazeamor.com.br/site/amores-impossiveis-sao-eternos/ A rapaziada bacana do República Paz e Amor me convidou para escrever um artigo. Preferi escrever uma declaração de amor:
RESUMO do Capítulo 2 de Raízes do Brasil
RESUMO do Capítulo 2 de Raízes do Brasil 2a. feira é dia do Curso Lendo o Brasil (no Flamengo). Continuo a postar aqui os resumos utilizados na aula. Hoje é dia do segundo capítulo do…
Gabriel García Márquez explica Cem anos de solidão
“- Qual foi o seu propósito, quando se sentou para escrever Cem anos de solidão? - Dar uma saída literária, integral, para todas as experiências que de algum modo me tivessem afetado durante a infância.…
Raízes do Brasil – Capítulo 1
RAÍZES DO BRASIL - Capítulo 1 Estou dando um curso chamado Lendo a História do Brasil. Toda 2a. feira, de 19-21h. Na Av. Rui Barbosa, no Flamengo. Nosso primeiro professor foi Machado de Assis. Em…
Histórias do Alvito – Dois copos e um…
DOIS COPOS E UM HOMEM A mancha humana recheada de carne espalhava-se sobre a parte que lhe cabia neste latifúndio, a calçada de pedrinhas portuguesas. Suas unhas cobertas de sujeira eram longas e pontudas, combinando…
MEU NOME É ILHA
MEU NOME É ILHA do batismo insular talvez derive minha bizarria rejeito carinhos matinais afrontada pelo abandono noturno meu dono a sonhar outras gatas que arranham com os olhos e não fazem miau
HISTÓRIAS DO ALVITO – SEM DESTINO
SEM DESTINO A cena final de Easy Rider. Um par de motoqueiros cruza a América ao som de Bob Dylan (It’s alright, Ma, I am only bleeding). Dois caipiras numa caminhonete resolvem se divertir caçando…
R.I.P. Futebol brasileiro
R.I.P. FUTEBOL BRASILEIRO Que país é esse? Faltando pouco mais de um mês para a Copa, em que sua seleção tem uma boa chance, 42% das pessoas não se interessa pela Copa do Mundo. Lembrando…
Antonio CANDIDO – Como fazer um trabalho ideal…
"Um trabalho ideal sobre a literatura dos grupos iletrados, primitivos mas também rústicos, deveria partir da observação concreta dos fatos, passar às análises estruturais e comparativas, para chegar à sua função na sociedade, sem sacrificar…
Marshall BERMAN – A atitude ambivalente dos grandes…
"Todos os grandes modernistas do século XIX atacam esse ambiente, com paixão, e se esforçam por fazê-lo ruir ou explorá-lo a partir do seu interior; apesar disso, todos se sentem surpreendentemente à vontade em meio…
Walter BENJAMIN – A autoridade do narrador deriva…
"A morte é a sanção de tudo o que o narrador pode contar. É da morte que ele deriva sua autoridade. Em outras palavras: suas histórias remtem à história natural."
O DRUMMOND NOSSO DE CADA DIA – Rua…
O DRUMMOND NOSSO DE CADA DIA RUA DO OLHAR Entre tantas ruas Que passam no mundo A Rua do Olhar, Em Paris, me toca. Imagino um olho Calmo, solitário, A fitar os homens que voltam…
HISTÓRIAS DO SAMBA – 78. Zé-com-Fome
Zé-com-Fome Zé-com-Fome ganhou esse apelido porque costumava sair das festas da Mangueira com o interior do violão cheio de doces e salgados. Ele também é conhecido pelo nome de Zé-da-Zilda, sua inseparável companheira e…
POEMA DE HOJE – Não há vagas –…
POEMA DE HOJE FERREIRA GULLAR NÃO HÁ VAGAS O preço do feijão não cabe no poema. O preço do arroz não cabe no poema. Não cabem no poema o gás a luz o telefone a…
O DRUMMOND NOSSO DE CADA DIA – Tristeza…
O DRUMMOND NOSSO DE CADA DIA TRISTEZA NO CÉU No céu também há uma hora melancólica. Hora difícil, em que a dúvida penetra as almas. Por que fiz o mundo? Deus se pergunta e se…
HISTÓRIAS DO SAMBA – 77. O Plano
O plano Liso feito côco, Padeirinho resolve descolar algum com o editor de suas músicas, um italiano que ainda usava suspensórios e não largava do charuto de patrão na boca. O capitalista não quis nem…
POEMA DE HOJE – Ode ao burguês –…
POEMA DE HOJE MÁRIO DE ANDRADE ODE AO BURGUÊS Eu insulto o burguês! O burguês-níquel, o burguês-burguês! A digestão bem feita de São Paulo! O homem-curva! O homem-nádegas! O homem que sendo francês, brasileiro, italiano,…
O DRUMMOND NOSSO DE CADA DIA – O…
O DRUMMOND NOSSO DE CADA DIA O LUTADOR Lutar com palavras é a luta mais vã. Entanto lutamos mal rompe a manhã. São muitas, eu pouco. Algumas, tão fortes como o javali. Não me julgo…



















