Padeirinho Em toda a Via Láctea, provavelmente não há ninguém que entenda mais de samba do que esse tal de Nei Lopes. Na teoria e na prática. Por isso, quando ele diz que Padeirinho da…
POEMA DE HOJE – Mês de maio –…
POEMA DE HOJE JORGE DE LIMA MÊS DE MAIO Mês de maio! Ai! mês bem feito que tem o dia primeiro pra ser o Dia do Trabalho. Comemorando este dia vamos todos descansar! …
O DRUMMOND NOSSO DE CADA DIA – Edifício…
O DRUMMOND NOSSO DE CADA DIA EDIFÍCIO ESPLENDOR I Na areia da praia Oscar risca o projeto. Salta o edifício da areia da praia No cimento, nem traço da pena dos homens. As famílias se…
HISTÓRIAS DO SAMBA – 75. Pandeiro do Caceta
Pandeiro do Caceta Alberto Lonato fazia com Argemiro a inigualável dupla de pandeiros da Velha Guarda da Portela. Era conhecido por Alberto da Caceta, por ter chute forte e por aquilo mesmo que vocês…
POEMA DE HOJE – Tanto sentimento – Fernando…
POEMA DE HOJE FERNANDO PESSOA TANTO SENTIMENTO (19.09.1933) Tenho tanto sentimento Que é frequente persuadir-me De que sou sentimental, Mas reconheço, ao medir-me, Que tudo isso é pensamento, Que não senti afinal. Temos, todos…
O DRUMMOND NOSSO DE CADA DIA – Palavras…
O DRUMMOND NOSSO DE CADA DIA PALAVRAS NO MAR Escrita nas ondas a palavra Encanto balança os náufragos, embala os suicidas. Lá dentro, os navios são algas e pedras em total olvido. Há também tesouros…
HISTÓRIAS DO SAMBA – 74. Tribunal do samba
74. Tribunal do samba Esse estabelecimento acabou sendo conhecido como Botequim da Velha Guarda, que tinha mesa cativa. Ali se montava um verdadeiro tribunal do samba: as novas composições eram avaliadas pelos mais velhos. Alvaiade,…
POEMA DE HOJE – Barragem – Bruna Beber
POEMA DE HOJE BRUNA BEBER BARRAGEM deve ser perigoso esse gosto recorrente de incêndio na boca mas não há saliva pra apagar e não há saliva que apague por isso falo pouco não…
O DRUMMOND NOSSO DE CADA DIA – O…
O DRUMMOND NOSSO DE CADA DIA O BOI Ó solidão do boi no campo ó solidão do homem na rua! Entre carros, trens, telefones, entre gritos, o ermo profundo. Ó solidão do boi no…
HISTÓRIAS DO SAMBA – 73. O nascimento da…
O nascimento da Portela segundo Seu Rufino Sambista tem que ter personalidade forte, o que inclui certas manias inexplicáveis. Seu Rufino tinha mais de uma. Pra começar, nos dias em que havia reunião da Velha…
POEMA DE HOJE – Poema porrada – Roberto…
POEMA DE HOJE ROBERTO PIVA POEMA PORRADA Estou farto de muita coisa não me transformarei em subúrbio não serei uma válvula sonora não serei paz eu quero a destruição de tudo que é frágil: cristãos…
Benedito NUNES – Na obra de Rosa, as…
"Tendo-se em mente essa ideia, que sumariza as relações entre as diferentes espécies de amor, vê-se que certos detalhes da fabulação na novelística de Guimarães Rosa, que poderiam ser levados à conta de notações pitorescas,…
Roberto SCHWARZ – A satisfação maligna de rebaixar…
"Longe de ser presunçoso, o paralelo com as Escrituras é fruto de outro sentimento muito mais inconfessável: trata-se da satisfação maligna de rebaixar e vexar, de anunciar que os desplantes do narrador não vão se…
Antonio CANDIDO – A pesquisa folclórica não pode…
"Só a consideração simultânea das três funções permite compreender de maneira equilibrada a obra literária [função total, função social e função ideológica], seja a dos povos civilizados, seja, sobretudo, a dos grupos iletrados. Se naquela…
Marshall BERMAN – A modernidade e sua nova…
"Se nos adiantarmos cerca de um século, para tentar identificar os timbres e ritmos peculiares da modernidade do século XIX, a primeira coisa que observaremos será a nova paisagem, altamente desenvolvida, diferenciada e dinâmica, na…
Walter Benjamin – Antes, morrer era um episódio…
"Morrer era antes um episódio público na vida do indivíduo, e seu caráter era altamente exemplar: recordem-se as imagens da Idade Média, nas quais o leito da morte se transforma num trono em direção ao…
O DRUMMOND NOSSO DE CADA DIA – A…
O DRUMMOND NOSSO DE CADA DIA A BRUXA A Emil Farhat Nesta cidade do Rio, de dois milhões de habitantes, estou sozinho no quarto, estou sozinho na América. Estarei mesmo sozinho? Ainda há pouco…
HISTÓRIAS DO SAMBA – 72. As pastoras é…
As pastoras é que mandam Quem já freqüentou minimamente o samba sabe que as mulheres que compõem o coro feminino e que proporcionam um belo contraste e dá suporte às vozes masculinas são chamadas de…
POEMA DE HOJE – Poemas aos homens do…
POEMA DE HOJE POEMAS AOS HOMENS DO NOSSO TEMPO I homenagem a Alexander Solzhenitsyn Senhoras e senhores, olhai-nos. Repensemos a tarefa de pensar o mundo. E quando a noite vem Vem a contrafação dos nossos…
O DRUMMOND NOSSO DE CADA DIA – Noturno…
O DRUMMOND NOSSO DE CADA DIA NOTURNO À JANELA DO APARTAMENTO Silencioso cubo de treva: um salto, e seria a morte. Mas é apenas, sob o vento, a integração na noite. Nenhum pensamento de…
HISTÓRIAS DO SAMBA – 71. Quarta-feira imortal
Quarta-feira imortal Para todos os mortais, a Quarta-feira de Cinzas marca o fim do Carnaval, o triste momento de voltar ao trabalho e às preocupações cotidianas. Mas não era assim na Portela de antigamente. Seu…
POEMA DE HOJE – Alice Ruiz – Socorro
POEMA DE HOJE ALICE RUIZ SOCORRO Socorro, eu não estou sentindo nada. Nem medo, nem calor, nem fogo, não vai dar mais pra chorar nem pra rir. Socorro, alguma alma, mesmo que penada, me…
O DRUMMOND NOSSO DE CADA DIA – Mundo…
O DRUMMOND NOSSO DE CADA DIA MUNDO GRANDE Não, meu coração não é maior que o mundo. É muito menor. Nele não cabem nem as minhas dores. Por isso gosto tanto de me contar. Por…
HISTÓRIAS DO SAMBA – 70. Cafofo da Surica
Cafofo da Surica Por falar em quintal, todo mundo já ouviu falar no Cafofo da Surica, local de memoráveis encontros da Velha Guarda da Portela e de seus parceiros e amigos. Fica na mesma…
POEMA DE HOJE – Corpo de delito –…
POEMA DE HOJE ARMANDO FREITAS FILHO CORPO DE DELITO I Escuta o rumor nas margens plácidas feitas de lama, sangue e memória. Escuta o brado retumbante na garganta do túnel. Por entre as grades do…
VÍDEO – Jogando “Pai contra mãe” – um…
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O DRUMMOND NOSSO DE CADA DIA – Elegia…
O DRUMMOND NOSSO DE CADA DIA ELEGIA 1938 Trabalhas sem alegria para um mundo caduco, onde as formas e as ações não encerram nenhum exemplo. Praticas laboriosamente os gestos universais, sentes calor e frio, falta…















