Marcel MAUSS – Trata-se, antes de tudo, de…

"Ademais, o que trocam não são exclusivamente bens e riquezas, móveis e imóveis, coisas economicamente úteis. Trata-se, antes de tudo, de gentilezas, banquetes, ritos, serviços militares, mulheres, crianças, danças, festas, feiras em que o mercado…

HISTÓRIAS DO SAMBA – 48. É você?

É você?   Todo sambista que se preza tem sua musa inspiradora. Nei Lopes também. A história de como conheceu sua segunda mulher, Sonia Regina, merece ser contada. Tudo começou com um convite do seu…

POEMA DE HOJE – Entrada – Manoel de…

POEMA DE HOJE MANOEL DE BARROS Teoricamente não é um poema, é "apenas" a apresentação do livro com sua poesia completa por parte de Manoel de Barros, uma espécie de autobiografia em prosa poética. Mas…

FONTES PARA A SALA DE AULA # 019:…

FONTES PARA A SALA DE AULA # 019: Raízes do Brasil (1936), de Sérgio Buarque de Hollanda - Trechos importantes Natureza e data do texto: O historiador Sérgio Buarque de Hollanda publica em 1936 um…

MAUSS – O método de “comparação precisa”

O método de "comparação precisa" : "Seguimos um método de comparação precisa. Primeiro, como sempre, estudamos nosso tema apenas em áreas determinadas e escolhidas: Polinésia, Melanésia, noroeste americano e algumas regiões amplas. Em seguida, naturalmente,…

HISTÓRIAS DO SAMBA – 47. Melancia

  Melancia   Muito antes de se falar em globalização, o mundo do samba já era influenciado por modas que vinham de fora, até mesmo dos Estados Unidos. Pixinguinha inspirava-se no folclore que havia sido trazido…

FONTES PARA A SALA DE AULA # 018:…

FONTES PARA A SALA DE AULA # 018: Casa Grande & Senzala (Trechos) Natureza e data do texto: Um dos textos mais polêmicos da nossa história intelectual (ver postagem anterior sobre diferentes avaliações), Casa-Grande e…

FONTES PARA A SALA DE AULA # 017:…

FONTES PARA A SALA DE AULA # 017: Macunaíma ( Primeiro capítulo) Natureza e data do texto: Primeiro capítulo do romance Macunaíma, publicado por Mário de Andrade em 1928 e que pode ser visto como…

POEMA DE HOJE –

POEMA DE HOJE PARA COMER DEPOIS Na minha cidade, nos domingos de tarde, as pessoas se põem na sombra com faca e laranjas. Tomam a fresca e riem do rapaz da bicicleta, a campainha desatada,…