Outro elemento caracteristicamente épico: "O sentimento de honra - o orgulho da luta sem outro galardão além da glória - inflama os jagunços do Grande Sertão." (19) Riobaldo, no mencionado julgamento, chega a dizer, coisa que Sô…
ROSIANA 011 – Os chefes sertanejos guardam traços…
"Os chefes sertanejos guardam traços medievais", desde a imponente e respeitável figura de Medeiro Vaz, 'duma raça de homem que o senhor não mais não vê' (16), passando por Joca Ramiro, que talvez se inspire em Rolando, "montado…
ÁLBUM DE FOTOS DA Rainha de Chuteiras –…
ÁLBUM DE FOTOS DA Rainha de chuteiras Tirei mais de mil fotos durante a minha temporada observando o futebol inglês. Algumas puderam ser colocadas no livro, mas muitas ficaram de fora. Por isso, pensei em…
ADELINA (ROMANCE) – CAPÍTULO 5
ADELINA Marcos Alvito Para os Alvitos e os Oliveiras e para Eduardo Ferreira, meu primo d’além-mar Capítulo 5 – 1818 – Adelina Rosa e eu vimos o rei dos brancos. Ia numa cadeira grande, carregado…
Clube do Conto ONLINE – “Terra da mentira”…
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ROSIANA 010 – Riobaldo seria uma espécie de…
Desta forma, Riobaldo seria "uma estilização da imagem convencional que o povo estabeleceu para seus heróis", com uma trajetória de menino sem pai, "tímido, mas com vários embriões de virtudes heróicas, que se irão acentuando, até…
ROSIANA 009 – Para MC Proença, Grande sertão:…
Leituras de Rosa - Trilhas no Grande sertão - Manuel Cavalcanti Proença 1958 - parte 3 - Capítulo 2: Don Riobaldo do Urucúia, cavaleiro dos campos gerais No Capítulo II, Cavalcanti Proença começa classificando GSV…
ADELINA (romance) – Capítulo 4
ADELINA Marcos Alvito Para os Alvitos e os Oliveiras e para Eduardo Ferreira, meu primo d'além-mar Capítulo 4 – 1817 – Debret A tristeza me faz companhia. Da hora em que o canhão me…
Rosiana 008 – Às vezes Diadorim seria uma…
Para Proença, Diadorim "simboliza, algumas vezes, o anjo-da-guarda, a consciência de Riobaldo." Certa vez distrai Riobaldo da ideia fixa de fazer um pacto com o Diabo e este último se esconde de Diadorim quando resolve pactuar (10);…
Rosiana 007 – Haveria uma superposição de planos…
Haveria uma "superposição de planos" que poderiam ser divididos em três partes: "A primeira, individual, subjetiva, que acabamos de resumir, antagonismo entre os elementos da alma humana; a segunda, coletiva, subjacente, influenciada pela literatura popular que faz do cangaceiro Riobaldo um…
Rosiana 006 – Para M.C. Proença o livro…
Leituras de Rosa - Trilhas no Grande sertão - Manuel Cavalcanti Proença 1958 - parte 2 - Capítulo 1: O plano subjetivo No capítulo I, "O plano subjetivo", Cavalcanti Proença desenvolve uma ideia central, de…
Rosiana 005 – Manuel Cavalcanti Proença e os…
Outro importante estudo veio a luz em 1958: Trilhas no Grande sertão. Logo de saída, na "Introdução", Manuel Cavalcanti Proença faz uma importante comparação entre a obra e o meio físico em que ela se desenrola, "por…
Rosiana 004 – Renunciando aos altos poderes, o…
O problema Depois de apresentar esta magnífica análise, Candido, com humildade, a relativiza: "É claro que essas interpretações são arbitrárias; além disso, iluminam apenas um dos muitos lados da obra, visando contribuir para que o…
ROSIANA 003 – Os jagunços de Grande sertão:…
O homem Cheio de balanço dialético, Antonio Candido afirma que há uma simetria inversa entre homens e terra: "porque os homens, por sua vez, são produzidos pelo meio físico. O Sertão os encaminha e desencaminha,…
ROSIANA 002 – O meio físico em Grande…
A terra Por um lado, "O meio físico tem para ele uma realidade envolvente e bizarra, servindo de quadro à concepção do mundo e de suporte ao universo inventado." É um sertão ao mesmo tempo…
Clube do Conto ONLINE – “As margens da…
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Rosiana 001 – Antonio Candido aponta “a absoluta…
Um dos primeiros e ainda hoje mais notáveis estudos publicados sobre Grande Sertão: Veredas, foi o artigo de Antonio Candido, "O Sertão e o Mundo", de 1957. Saiu em número especial da revista Diálogo e depois foi…
12 PEDACINHOS DA GRÉCIA ANTIGA – 006 –…
Homero, o cantor dos comedores de pão Homero era um cantor. Mas um cantor diferente, que ia emendando e costurando uma canção na outra até formar uma longa história. A ele são atribuídas duas grandes…
ADELINA (romance) – Capítulo 3
ADELINA Marcos Alvito Para os Alvitos e os Oliveiras e para Eduardo Ferreira, meu primo d'além-mar Capítulo 3 – 1817 – Adelina Bochechas redondas, ventres inchados, caras sem cor. Sapos. Eles vão chegando devagar, depois…
HISTÓRIAS DO ALVITO – Cornolândia
HISTÓRIAS DO ALVITO - Cornolândia Escrevo no dia 25 de dezembro, mas esta não é uma história natalina, as galhadas aqui não são de rena. Jamais consegui contar essa história, talvez por não…
HISTÓRIAS DO ALVITO – Conto de Natal
HISTÓRIAS DO ALVITO - Conto de Natal Foi um Natal diferente. Estávamos na casa da minha irmã e do meu cunhado, à época morando em Vitória. Não sei quem teve a ideia, mas depois da…
ADELINA (romance) – Capítulo 2
ADELINA Marcos Alvito Para os Alvitos e os Oliveiras e para Eduardo Ferreira, meu primo d'além-mar Capítulo 2 – 1816 – Debret Segurava um pincel banhado em sangue. Estava montado em um animal imaculadamente…
ADELINA (romance) – Capítulo 1
ADELINA Marcos Alvito Para os Alvitos e os Oliveiras e para Eduardo Ferreira, meu primo d'além-mar Capítulo 1 – 1816 – Adelina O vento soprava um recado de medo. Não se ouviam o caititu, o…
A BELEZA É NECESSÁRIA – Socozinho (Butorides striata)
Socozinho (Butorides striata), Jardim Botânico, dezembro de 2018, foto de Marcos Alvito
A BELEZA É NECESSÁRIA – O “abacaxi” vermelho
Jardim Botânico, dezembro de 2018, foto de Marcos Alvito
12 PEDACINHOS DA GRÉCIA ANTIGA – 012 –…
Odisseus volta para casa Quando finalmente desembarca na ilha de Ítaca, onde ele nasceu e viveu boa parte da sua vida antes de partir para a Guerra de Tróia, Odisseus não reconhece a paisagem. Afinal…
12 PEDAÇOS DA GRÉCIA ANTIGA – 010 –…
UM AMOR DE NINFA Depois de escapar daquele monstro de um olho só, nosso amigo Odisseus passou por muitas aventuras, sempre tentando voltar para a sua casa, na ilha de Ítaca, onde Penélope o esperava,…

















